Transmission em Ubuntu Server (Headless)

Este artigo explica como configurar o cliente bittorrent, “transmission”, sem GUI (gráficos), num servidor Ubuntu 10.4, no entanto o procedimento será semelhante para outras versões de ubuntu, ou debian.

A package transmission é instalada com o comando “apt-get install transmission” no entanto a package tem mais de 100Mb, devido ao peso do GUI.
Para o interesse deste artigo, vou explicar como instalar o daemon (transmission-daemon) deste programa, que tem cerca de 2.2Mb, de forma a ficarmos com um cliente bittorrent que consumirá muito menos RAM/CPU e Disco.

Primeiro vamos instalar o programa:

sudo apt-get install transmission-daemon

Na eventualidade de já terem instalado o transmission, e quiserem remover para poderem começar as configurações de início, podem correr o comando seguinte:

sudo apt-get --purge autoremove transmission

O comando anterior deve remover também todos os ficheiros de configuração, no entanto para se certificarem podem testar com os comandos seguintes, para verem se ficou algum ficheiro.

sudo find / -iname transmission
sudo find /-iname settings.json

Depois de instalado vamos parar o serviço para que podermos fazer as configurações:

sudo /etc/init.d/transmission-daemon stop

Para realizar as configurações temos de aceder á configuração, para isso vamos procurar pelo ficheiro seguinte:
sudo find / -iname settings.json

sudo find / -iname settings.json

Poderá estar numa das seguintes localizações:

/var/lib/transmission-daemon/info/settings.json
/etc/transmission-daemon/settings.json

Não façam, por engano, alterações a este ficheiro:

/var/lib/transmission-daemon/info/settings.json

Agora editem as configurações (vou assumir que o caminho é /etc/transmission-daemon):

sudo vi /etc/transmission-daemon/settings.json

Para permitirmos o acesso ao IP’s que não o próprio “localhost” temos de alterar o parâmetro “rpc-whitelist” e definir um username e password:

"rpc-whitelist": "127.0.0.1", para "rpc-whitelist": "*.*.*.*",

"rpc-password": "password",
"rpc-username": "username",

Salvem o ficheiro e saiam (:wq!).

Notas: Não façam alterações a este ficheiro com o serviço a correr, elas não vão ser guardadas. Confirmem sempre antes com o comando:
sudo /etc/init.d/transmission-daemon stop .

Agora vamos iniciar o serviço

sudo /etc/init.d/transmission-daemon start

Agora já podem aceder ao cliente transmission a partir de um pc na vossa lan através do url: http://your-ubuntu-server-IP:9091 .
Caso pretendam aceder remotamente (a partir da internet) lembrem-se de encaminhar a porta 9091 (web-interface) e 51413 (p2p) para o IP do vosso servidor ubuntu e de criarem as regras na firewall do router.

Caso pretendam usar outras portas podem também fazer a alteração no ficheiro de configuração (etc/transmission-daemon/settings.json)

"rpc-port": 9091,
"peer-port": 51413,

A porta “rcp-port” é aquela em que vai correr o interface web e pela qual se vocês se vão ligar para administrar o servidor de torrents
A porta “peer-port” é aquela pela qual o servidor vai receber e enviar o tráfego p2p.

Nota: Já agora para que saibam ambas as portas são tcp (vai vos dar jeito para configurar o vosso router).

fonte: forum.transmissionbt.com

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Activação Microsoft erro 0xC004C020 (Dreamspark,OEM)

O erro 0xC004C020 prende-se com o facto do número de activações do Sistema Operativo ter sido esgotado.

0xC004C020
The activation server reported that the Multiple Activation Key has exceeded its limit.

Existem dois tipos de activação:
MAK – Multiple Activation Key
KMS – Key Management Service

Nos sistemas operativos Microsoft, o sistema de licenciamento mais comum, fora dos ambientes empresariais é o Multiple Activation Key.
Este baseia-se num número limitado de activações, ou seja cada vez que se tenta activar o Sistema Operativo através da internet é incrementada uma activação (nos servidores de activação da microsoft), até que não restem mais activações.

No meu caso este sistema resolveu os meus problemas ao activar o Windows Server 2008 (Dreamspark) e o Windows 7 quando tentei usar um DVD OEM para instalar em vez de usar o sistema de recuperação do portátil.

A solução é utilizar o sistema de activação por telefone.

Ora primeiro que tudo, temos de tentar fazer a activação via internet.

  1. Vão a Start > Control Panel > System
  2. No final da página tem um link que diz “Change product Key” cliquem nesse link
  3. Insiram a vossa chave de produto

Se receberem o seguinte erro então a vossa chave MAK chegou ao número máximo de activações.

Vamos activa-lo por telefone:

  1. Desliguem o PC da internet
  2. Vão a Start > Run
  3. E corram o comando SLUI 05

  4. Escolham o vosso País e carreguem em seguinte
  5. Agora é vos apresentado um (ou vários) telefones e um código, liguem para esse número, ouçam as instruções e comecem a inserir o código que tem no vosso computador. A inserção do código é feita por grupos (A, B, C, etc…) e através dos tons multifrequência do vosso telefone (carregando nas teclas), tentem manter a calma durante este processo (por vezes é difícil,…).
  6. Se correr tudo bem, tem o vosso Sistema Operativo licenciado

Fonte:linhost.info

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Servidor SFTP em Ubuntu / Debian

Este artigo explica como configurar um servidor de SFTP, pela shell,  em Ubuntu (ou Debian, é semelhante).

Primeiro vamos criar um utilizador e grupo especifico para aceder via SFTP, e depois configuramos o serviço.

  1. Primeiro vamos criar um grupo apenas para o acesso SFTP. Com o comando:
    sudo groupadd sftponly
  2. Depois criamos o utilizador, com o comando:
    sudo adduser sftpuser
  3. E adicionamos o utilizador ao grupo, com o comando:
    sudo adduser sftpuser sftpgroup
  4. Caso ainda não tenham instalado, instalem o openssh-server
    sudo apt-get install openssh-server
  5. Acedam á configuração do opnessh-server
    sudo vi /etc/ssh/sshd_config
  6. Alterem a linha “Subsystem sftp /usr/lib/openssh/sftp-server”, para
    Subsystem sftp internal-sftp
  7. Adicionem as seguintes linhas ao final deste ficheiro (entrem no modo de edição com a tecla “i” ou “insert”), para delimitarmos o uso servico SFTP
    Match group sftponly
    ChrootDirectory /home/%u
    X11Forwarding no
    AllowTcpForwarding no
    ForceCommand internal-sftp
  8. Saiam do modo de edição (Esc), gravem e saiam (:wq!)
  9. Vamos alterar a propriedade da pasta “sftpuser” (/home/sftpuser) para ser acessível em modo “root”
    sudo chown root.root /home/sftpuser
  10. Por fim alteramos a directoria home do user “sftpuser” de “/home/sftpuser” para a raiz “/”
    sudo usermod -d / sftpuser

Fonte:blog.markvdb.be

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VMware ESXi, Alterar BlockSize em um VMFS

Este post explica como alterar o blocksize de um sistema de ficheiros “vmfs” em utilização.

Mudar o block size do predefinido 1M para um valor superior permite criar ficheiros (discos para as vms) com mais de 256gb.

É possível fazer esta alteração durante a instalação do ESXi da seguinte forma:

EDIT: Pela minha experiência não é possível realizar o primeiro processo em ESXi 4.1, se tiverem esta versão, optem pelo segundo método!

  1. Iniciar o CD de instalação do ESXi
  2. mudem para a shell com o atalho “Alt+F2″
  3. insiram o comando
    ps | grep Xorg
  4. matem o processo com o “PID” que tem a descrição “Xorg -br -logfile …” . Por exemplo se for o processo com o PID 590, o comando é
    kill 590
  5. vão para a pasta weasel
    cd /usr/lib/vmware/weasel
  6. editem o ficheiro seguinte
    vi fsset.py
  7. Na parte que diz
    class vmfs3FileSystem(FileSystemType):
  8. editem o parâmetro “blockSizeMB” para o que pretenderem (carreguem no “Insert” para fazerem alterações). O valor predefinido é 1 (256Gb), alterem para o que pretenderem 2(512Gb), 4(1024Gb), 8(2048Gb).
  9. guardar e sair do ficheiro (primam “Esc” para sair do modo de edição e depois escrevam o comando)
    :wq!
  10. mudem para a root
    cd /
  11. e em seguida iniciem o processo com o comando 
    /bin/weasel

Existe uma maneira de fazer isto depois de já ter o ESXi instalado, no entanto é um bocado mais complicado de encontrar o volume correcto porque o disco para onde instalam o ESXi fica com um monte de partições.

  1. procurem encontrar a partição que tem VMFS no “Id System”, com o comando
    fdsik -l
  2. no meu caso o output do comando anterior foi
    /dev/disks/t10.ATA_____WDC_WD6400AAKS2D22A7B0________________________WD2DWCASY1867130p3

    fixem o final “p3″ (foi assim que consegui identificar o volume, mas pode não ser o método ideal)

  3. corram o comando
    ls /vmfs/devices/disks/

    e procurem pelo que acaba em 3 “vml.0100(…)05744:3

  4. no meu caso comando foi
    vmkfstools --createfs vmfs3 --blocksize 4M /vmfs/devices/disks/vml.0100000000202020202057442d574341535931383637313330574443205744:3

Não se esqueçam de fazer backup antes!!!

fontes:communities.vmware.com
userssuck.com

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Simple ZoneEdit Update Script

Script bash para actualizar dns em ips dinâmicos, o script testa o ip real, pelo que pode ser usado num pc, ou outro equipamento que não esteja directamente ligado à WAN (Internet).
Pode ser usado em firmwares para gateways baseados em linux open-wrt, e semelhantes.

#!/bin/sh
#Simple Zoneedit IP Update Script
#Author: Tiago Marques
#Author URL: http://www.tiagomarques.info
#
#Notes:
# - Dont´t forget to run "chmod u+x zedit-ipupdate" to make it executable
#

USER="ZoneEdit Username"
PASS="ZoneEdit Password"
DOMAIN="ZoneEdit Domain"

registered=$(nslookup $DOMAIN|sed s/[^0-9.]//g|tail -n1)

while :; do
  current=$(wget -O - http://checkip.dyndns.org|sed s/[^0-9.]//g)
  [ "$current" != "$registered" ] && {
     wget -O /dev/null http://$USER:$PASS@dynamic.zoneedit.com/auth/dynamic.html?host=$DOMAIN&dnsto=$current
  }
  sleep 300
done &
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Activar o acesso VNC em VMware ESXi

É possível activar o acesso via VNC ás máquinas virtuais do vosso servidor ESXi, sem instalar nenhum programa na máquina virtual, para isso só precisam de editar o ficheiro “.vmx” (é um ficheiro de texto que guarda algumas definições da máquina virtual).

  1. Desliguem a vossa máquina virtual
  2. Editem o ficheiro “.vmx” que está na mesma directoria da vossa máquina virtual, podem usar o putty e fazerem isto por ssh ou podem usar o gestor de ficheiros, fazer download para a vosso máquina, editar e depois voltar a fazer upload para o servidor.
  3. Adicionem ao ficheiro as seguintes linhas:
    RemoteDisplay.vnc.enabled = "True"
    RemoteDisplay.vnc.port = "5901"
    RemoteDisplay.vnc.password = "secure"

E assim já podem aceder ás vossas máquinas virtuais via VNC,com um programa cliente, por exemplo tightVNC, que é grátis.

Mais informação aqui: vm-help.com

Nota: Se quiserem utilizar este método em mais do que uma máquina virtual terão de configurar portas diferentes para cada uma delas (5901,5902 por exemplo).

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Aceder via SSH a servidor ESXi

Apesar de não ser oficialmente suportado, é possível activar o acesso ssh á consola do vmware esxi. Apesar de ser possível também activar o acesso FTP, eu não recomendo, uma vez que com o acesso SSH conseguimos também acesso SCP, e podemos copiar assim ficheiros sobre a ligação SSH de forma segura.

Para activar o acesso SSH façam o seguinte:

  1. No servidor ESXi pressionem Alt+F1
  2. Escrevam unsupported . Não vão conseguir ver o que estão a escrever, não se preocupem que é normal, se se enganarem reiniciem o servidor e voltem a tentar (não é muito prático mas foi a única maneira em que consegui).
  3. Insiram a password de administrador (root)
  4. Na prompt escrevam “vi /etc/inetd.conf” (sem as aspas)
  5. Procurem pela linha que tem “#ssh” e retirem o ”#” (tem de carregar no “insert” no teclado para poderem fazer alterações ao documento). Se tiverem dificuldades podem pesquisar escrevendo “/#ssh”  .
  6. Para sair do modo de edição primam Esc.
  7. Salvem o ficheiro “/etc/inetd.conf”, usando o atalho (SHIFT + Z +Z) ou escrevendo “wq!” .
  1. Se usarem uma versão anterior ao esxi U2 corram o comando “/sbin/services.sh restart”. Se usarem uma versão mais recente tem de correr o comando “ps | grep inetd”que gera um output do género “1365 1365 busybox inetd”, depois é só correr “kill -HUP 1365”, que faz com que o processo reinicie.
  2. Caso não queiram estar com este trabalho, reiniciar o servidor também serve.

Agora já podem aceder por SSH á consola com um programa por exemplo o Putty, e podem também aceder ao sistema de ficheiros via SCP, com o WinSCP por exemplo.

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Recuperar “Master Boot Record” em Windows 7

O Master Boot Record é uma pequena porção do disco que guarda a informação sobre o/os sistemas operativos a carregar durante o arranque do PC. Muitas vezes o MBR fica danificado o que faz com que não consigamos carregar o windows, no windows xp eu constumava iniciar com o cd de instalação e durante o carregamento de ficheiros carregar em F8 (quando é mostrado “Prima F8 para reparar …”) e isto dava acesso a uma linha de comandos (DOS) depois era só inserir o comando fixmbr e o master boot record era reparado. No windows Vista e 7 este comando já não está disponível, no entanto existe outro semelhante.

Para aceder á consola (DOS) de recuperação insiram o DVD de instalação do windows vista ou 7 consoante seja o vosso caso e seleccionem a opção reparar (ignorem as opções de reparar usando imagens, ou pontos de restauro), seleccionem “usar ferramentas de reparação…” e depois “linha de comandos“.

Os comandos são:

bootrec.exe /fixmbr
"corrige erros no master boot record"

bootrec.exe /fixboot
"cria um sector de arranque na partição de sistema que vai
permitir o  arranque do windows"

bootrec.exe /scanos
"(apenas no caso de teres mais que um sistema operativo)
pesquisa todos os discos por sistemas operativos microsoft
e mostra uma lista com os mesmos"

bootrec.exe /rebuildbcd
"(apenas no caso de teres mais que um sistema operativo)
pesquisa todos os discos por sistemas opertativos microsoft
e depois pergunta-te quais os que queres adicionar ao menu
de arranque"

Para os que não são adeptos do CLI, ou se os comandos não resultarem, tem a opção “recuperar o arranque” no menu onde escolhem a linha de comandos, basicamente faz a recuperação de uma forma automatizada.

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JavaScript e PHP nos artigos WordPress

JavaScript e PHP nos artigos WordPress.

O WordPress, além de ser a plataforma mais utilizada para blogs é também uma das mais simples (talvez daí o sucesso).

Ora mas isto trás consigo um problema, o wordpress possui uma série de código que visa corrigir o texto que escrevemos, para que possa ser correctamente processado pelo servidor e visualizado pelo browser cliente. Ao inserir código dentro de um post, seja php ou javascript, deparamo-nos com um problema, o wordpress trata o código como sendo texto e altera a sua sintaxe, deixando este assim de funcionar.

Deixo aqui a forma que descobri para ultrapassar este problema, quer com código PHP quer com JavaScript.

Antes de mais e para qualquer linguagem funcionar temos de arranjar uma maneira de desactivar o editor visual, existe uma opção no menu geral > escrita que desactiva esta opção, no entanto o efeito é global. Aquilo que é pretendido é podermos activar e desactivar consoante necessitemos dele no post ou não, para tal existe uma plugin que faz uso dos campos personalizados, em inglês “custom fields” que existem no wordpress de forma nativa. A plugin chama-se “Deactivate Visual Editor” e o nome diz tudo, fica aqui o site do plugin.

Para usar esta plugin temos de criar um campo personalizado (“custom field”), com o nome “deactivate_visual_editor” e darmos-lhe o valor de “true”. Isto vai desabilitar o editor visual neste post, se gravarem o post reparam que o separador Visual e HTML, por cima do texto, deixa de aparecer. Usem esta opção sempre que tenham de inserir um determinado código dentro de um post, quer seja PHP, JavaScript ou outra qualquer.

Vamos agora ao PHP, este é fácil, para funcionar apenas temos de instalar mais uma plugin, chamada Exec-PHP (site do plugin)

Para o código JavaScript funcionar temos de fazer outra vez uso dos campos personalizados, desta vez não encontrei nenhum plugin para fazer isto, temos de inserir o seguinte código php dentro do tema wordpress, nomeadamente nos ficheiros index.php, single. php, page.php, archive.php.

<?php

$js_array = get_post_meta($post->ID, 'js', false);

if (!empty($js_array)) {

echo '<script type="text/javascript">';

foreach ($js_array as $js) {

echo $js;

}

echo '</script>';

}

?>

O código deve ser inserido antes da chamada á função the_content(), como na imagem acima.

O código deve ser colocado antes do conteúdo ser carregado, assim será possível usar o código JavaScript  ao longo do conteúdo, em formulários ou outras aplicações que façam chamada ás funções do JavaScript, uma vez que este já foi carregado pelo browser.

Este código irá fazer possível o uso de campos personalizados com o nome “js” e com o código JavaScript como seu valor.

Atenção: Não é necessário colocar as tags <script></script>, elas são inseridas automaticamente pelo código já adicionado ao tema.

E assim termino este tutorial, espero que seja útil.

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Permissões FTP e UNIX/CHMOD

Permissões FTP e UNIX/CHMOD:

O tipo de permissões de ficheiros usado pelo protocolo FTP baseia-se no tipo de permissões usadas em UNIX e semelhantes (Linux, BSD, etc). Estando estas divididas em 3 grupos, “owner” (proprietário), “group” (grupo de utilizadores) e “other” (ou “public” ou “guests”).

Podendo dentro destes grupos existir vários níveis de privilégios, como podem verificar pela seguinte lista:

  • 4= Leitura
  • 2= Escrita
  • 1= Execução
  • 6 (4+2)= Leitura e Escrita
  • 5 (4+1)= Leitura e Execução
  • 3 (2+1)= Escrita e Execução
  • 7 (4+2+1)= Leitura, Escrita e Execução

No protocolo FTP, aos vários níveis de permissões, é atribuído um número e é uma sequência de 3 números que define o tipo de permissões (ex:755,644), seguindo a ordem “owner,group,other”.
Assim um ficheiro com permissão 777 significa que tanto o proprietário (“owner”), como o grupo (“group”), como os restantes (“others”), tem permissões de leitura, escrita e execução. Já uma permissão 755 significa que o proprietário tem permissões leitura, escrita e execução, mas tanto o grupo como os restantes (“others”) apenas tem permissões de leitura e execução.
Em UNIX/Linux e semelhantes é comum encontrar-mos os tipos de permissões em ambas as formas, números (de 1 a 7) ou letras (r,w,x), como podem ver na lista seguinte:

Equivalência de permissões (letras/números):

  • 0 = — = Sem acesso
  • 1 = –x = Execução
  • 2 = -w- = Escrita
  • 3 = -wx = Escrita e Execução
  • 4 = r– = Leitura
  • 5 = r-x = Leitura e Execução
  • 6 = rw- = Leitura e Escrita
  • 7 = rwx = Leitura, Escrita e Execução

Para alterar as permissões dos ficheiros é usado o comando CHMOD, com a seguinte estrutura

chmod [ugo][+-][rwx] [nome_do_arquivo]

Explicação:

chmod [u=user, g=group y o=other] [+/- activar/desactivar os atributos seguintes] [r=read, w=write, x=execute]

Exemplo:

chmod go+r teste.html
(Activa as permissões de leitura ao grupo e outros no ficheiro teste.html)

A seguinte tabela permite calcular os valores das permissões, em números, de forma simples.

Tabela de valores e permissões:

Permissão Proprietário Grupo Outro
Read
Write
Execute

script disponibilizado por:JavaScript Kit

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